O caso chocou a comunidade local e ganhou repercussão nacional devido a brutalidade cometida. A principal linha de investigação aponta que quatro adolescentes teriam espancado o cão, que vivia há quase 10 anos na região e era cuidado por moradores, pescadores e comerciantes. Devido à gravidade dos traumas, ele precisou ser sacrificado.
Além disso, a apuração inclui suspeitas de coação contra testemunhas, com apreensão de celulares e aparelhos eletrônicos dos investigados para perícia.
Nas redes sociais, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, tem se manifestado publicamente, afirmando que o caso não ficará impune e que a instituição está empenhada em garantir que a justiça seja feita.
A morte de Orelha não é apenas mais um caso de maus-tratos. É um símbolo de um problema estrutural: a violência contra animais, a banalização da crueldade e a urgência de políticas públicas eficazes, educação e responsabilização real.
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