A atriz nasceu em Paris, em 28 de setembro de 1934, e ficou conhecida mundialmente não apenas por sua presença magnética nas telas, mas por transformar sua fama em ação concreta pelos animais.
Em 1986, fundou a Fundação Brigitte Bardot para o Bem-Estar e Proteção dos Animais, transformando sua história de vida em uma causa global. Para manter esse trabalho, ainda vendeu muitos dos seus pertences pessoais, de joias a objetos de coleção, comprometendo até mesmo sua própria fortuna em prol dos animais.
A FBB (como a fundação é conhecida) atuou em dezenas de frentes: salvou cães, gatos e cavalos; resistiu ao comércio de pele; combateu testes em animais; pressionou por transporte mais humano para animais de criação; enfrentou práticas de caça cruel — incluindo campanhas contra a caça de focas nas zonas geladas do Canadá que ajudaram a mudar políticas públicas.
Ela tornou-se vegetariana, criticou o governo chinês por “torturar” ursos e gastou muito dinheiro em um programa para esterilizar cães de rua romenos. O legado dela vai muito além das telas de cinema ou das manchetes: é um chamado constante à compaixão ativa, à responsabilidade pela vida que nos cerca e à convicção de que cada ser importa.
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